As 10 atividades de lazer curiosas para curtir na Rússia
1. Hospedagem numa izbá
Imagine hospedar-se em uma tradicional casa num vilarejo russo, mas com todas as comodidades modernas. Dormir em uma ‘izbá’ (casa de madeira), aquecer o ambiente com um fogão russo, cortar lenha, tomar chá de um samovar e caminhar pela natureza na companhia de cabras, sem precisar buscar água no poço ou se preocupar com a comida.
O conceito surgiu em Plios e, hoje, existem eco-hotéis desse tipo em Tula, Vologda, Kostromá e outras regiões.
2. Glamping
Outra opção de eco-hotel em meio à natureza é o “acampamento glamoroso”, ou ‘glamping’. Barracas, iurts e estruturas modulares diretamente na floresta: é como fazer uma trilha, mas com acomodação já garantida e preparada. O ‘glamping’ oferece estilo e elegância: camas confortáveis, cafés da manhã deliciosos e banheiro em uma tenda independente.
3. Visita a povos nômades
Cerca de 18.000 a 20.000 nômades vivem na Rússia; eles geralmente se dedicam ao pastoreio de renas. Embora os nômades modernos possuam celulares e laptops, eles ainda se reúnem ao redor da lareira com a família, como os antepassados já faziam há séculos. Você pode conhecer o modo de vida deles e hospedar-se em tchums e iarangas tradicionais nas regiões de Iamal e Tchukotka. Esses passeios são organizados por guias locais.
Você pode ler mais sobre isso aqui.
4. Astroturismo
Caçar a aurora boreal, observar as estrelas e buscar novas galáxias: o espaço é fascinante. Muitas cidades russas contam com observatórios científicos, públicos e privados. E uma viagem ao norte para observar a aurora no inverno com os próprios olhos será uma lembrança para a vida inteira.
Revelamos aqui os melhores lugares para observar esse fenômeno astronômico.
5. Trilhas nos pântanos
Passeios guiados por essas áreas são perfeitos para quem gosta de caminhadas e excursões ao ar livre. Os passeios pelos pântanos podem durar de algumas horas a vários dias. Mas o grupo não apenas caminha por áreas alagadas; também observa plantas, aves e animais, aprende a se deslocar com segurança por terrenos pantanosos e, de modo geral, desconecta-se do mundo exterior.
Essas atividades podem ser realizadas nas regiões de Moscou e Tula, na Carélia e em outros locais pitorescos do país.
6. Sanatórios
Durante a época soviética, sanatórios e casas de veraneio eram destinos comuns de trabalhadores, oferecendo refeições saudáveis em horários fixos, tratamentos de bem-estar e jogos de tabuleiro à noite. Hoje em dia, muitos jovens também têm se interessado por esse locais. Em vez de festas que duram a noite toda, o foco está em chás de ervas e exercícios matinais. Entre os destinos mais populares para estadias em sanatórios estão as regiões de Águas Minerais do Cáucaso, de Krasnodar, de Moscou, de Kaliningrado e Altai.
7. Flutuação no gelo (ice floating)
A flutuação no gelo é para quem quer ter a sensação de ausência de peso em águas geladas. É possível nadar vestindo uma roupa especial de mergulho (drysuit) nas regiões de Murmansk e da Carélia, no Extremo Oriente e em outras áreas. Atenção: não se trata de natação de inverno convencional; com o drysuit, você permanece aquecido e seco, podendo flutuar entre os blocos de gelo sob a supervisão de um guia. Há só uma desvantagem: não dá para fazer isso no verão.
8. Experiência na ‘bânia’
Outro tipo de lazer nichado na Rússia é o que a mídia chama de “experiência na bânia”: tomar banho de vapor com direito a surra de ramo de bétula, visitar diversos tipos de piscinas de imersão e aprender sobre os rituais tradicionais desse banho russo. Essa atividade combina bem com experiências em izbás (as casas de madeira tradicionais) e sanatórios.
Praticamente todas as grandes cidades russas contam com pelo menos uma bânia pública.
9. Turismo rural
Visitas a apiários, oficinas de produção de queijos, piqueniques em fazendas e passeios para acompanhar a colheita de feno — passeios ideais para quem deseja escapar da cidade. Propriedades rurais ecológicas e complexos agrícolas recebem visitantes em regiões como Vladímir, Kostromá e nos arredores de Moscou. É possível andar a cavalo, pescar, saborear pratos únicos e inusitados, além de aprender habilidades úteis da vida no campo.
10. Turismo sem turistas
O chamado turismo “de ritmo lento” (do inglês, “slow tourism”) consiste em visitar cidades provincianas tranquilas, longe das multidões de turistas. A proposta é apreciar paisagens pitorescas e cenários encantadores, bem como visitar museus de história local e regional.
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