Como um adolescente de 17 anos se tornou um dos melhores atiradores de elite da 2ª Guerra
Vassíli Kurka não vinha de uma longa linhagem de caçadores nem havia segurado uma arma desde criança. Porém, descobriu-se que esse simples filho de camponês tinha uma verdadeira vocação para atirador de elite.
No verão de 1941, o jovem de 16 anos foi mobilizado para reserva na região de Vinnitsia, mas estava ansioso para ir para a frente de batalha. Assim, conseguiu se alistar na 395ª Divisão de Rifles.
Vassíli foi designado para uma unidade de retaguarda. No entanto, quando o regimento abriu um curso de atirador de elite sob a direção do renomado sargento Maksim Briksin, ele logo se inscreveu. “Ele estuda diligentemente o rifle e absorve avidamente diversas episódios de combate da vida do atirador Briksin”, lia-se em sua carta de recomendação.
O adolescente corajoso demonstrou grande potencial. Distinguia-se não só pela sua pontaria, mas também pela atenção ao detalhe: conseguia identificar atiradores inimigos por sinais sutis no terreno, posições de tiro inimigas pelo mais ligeiro movimento das folhas e oficiais alemães pelos seus gestos.
Em 9 de maio de 1942, Vassíli abriu a sua contagem de combates. No total, eliminou 179 soldados e oficiais inimigos e até derrubou um avião de reconhecimento.
No início de 1943, Kurka foi enviado para um curso de comando de curta duração, após o qual foi promovido a tenente júnior. Tornou-se comandante de pelotão de atiradores e instrutor de atiradores.
Vassíli morreu na Polônia em 13 de janeiro de 1945. As suas condecorações militares incluíam a Ordem da Bandeira Vermelha e a Ordem da Estrela Vermelha, bem como a medalha ‘Pela Defesa do Cáucaso’.
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