Primeiro museu dedicado à escritora Ayn Rand é inaugurado em São Petersburgo
São Petersburgo, Avenida Nevsky, 120. Uma casa de esquina em frente à estação de trem Moskovsky. Era ali que a futura Ayn Rand morou antes de partir para os Estados Unidos. Ela cruzou o oceano em 1925 com um visto de estudante e decidiu nunca mais voltar.
Trinta anos depois de fugir dos bolcheviques, Rand publicou um romance sobre o capitalismo. Em 1957, “A Revolta de Atlas” se tornou um grande sucesso nos Estados Unidos e influenciou profundamente os norte-americanos.
“Hoje, estamos reintroduzindo o nome de uma das nativas de São Petersburgo na paisagem cultural da cidade. Suas ideias mudaram a visão de mundo de milhões de pessoas ao redor do globo. Este não é somente um apartamento memorial, mas um espaço para o diálogo, onde a história encontra a filosofia. Nosso objetivo é mostrar de onde emergiu o poderoso intelecto de Ayn Rand”, afirma Dmítri Pavlov, idealizador e criador do museu.
O material da exposição (fotografias, pôsteres e cópias de manuscritos) conta a história da vida e obra da escritora, bem como os princípios fundamentais de seu sistema filosófico: Objetivismo. No centro da mostra está uma antiga máquina de escrever Remington Rand, que inspirou Alisa Rosenbaum a adotar o pseudônimo “Ayn Rand”.
Por enquanto, o acesso dos visitantes é limitado, já que este é só o início de um projeto de grande escala para criar um memorial completo. O espaço está aberto à colaboração com arquivos, colecionadores e admiradores da obra de Rand.
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