Pirâmide de Catarina, a Grande, é reaberta ao público em Tsárskoie Selô após restauração

Cortesia do museu de Tsársoie Selô
Cortesia do museu de Tsársoie Selô
Este pavilhão arquitetônico incomum foi originalmente encomendado para o ‘Parque de Catarina’, nas dependências do palácio tsarista, por ordem da própria imperatriz.

O arquiteto foi um escocês chamado Charles Cameron (a Galeria Cameron também leva o seu nome). Construir essas pirâmides no estilo do Antigo Egito estava na moda entre os monarcas europeus e os nobres ricos no século 18.

Cortesia do museu de Tsársoie Selô
Cortesia do museu de Tsársoie Selô

Na época de Catarina, a pirâmide abrigava parte de sua coleção de itens antigos – urnas e vasos de mármore, entre outras coisas. Ali perto também foram enterrados os seus queridos galgos italianos. Os restauradores recriaram, inclusive, as lápides que foram perdidas durante a Segunda Guerra Mundial para Sir Tom Anderson, Lady e Zemira.

Cortesia do museu de Tsársoie Selô
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Cortesia do museu de Tsársoie Selô
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No túmulo de Zemira, um comovente epitáfio que havia sido escrito pelo então embaixador francês Louis-Philippe de Ségur também passou por restauração.

Cortesia do museu de Tsársoie Selô
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